quarta-feira, 26 de outubro de 2011

FELICIDADE REALISTA


A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor?

Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.


AUTOR: Mário Quintana

FIQUE NA PAZ DE DEUS



domingo, 23 de outubro de 2011

OBSTÁCULOS


Para que servem os imprevistos, os obstáculos, as retiradas bruscas de pessoas amadas e amáveis?


Respondo esta pergunta baseando-me não tão somente pela minha pouca experiência de vida de 28 anos, mas sim, em informações contidas na vasta gama de livros sobre o assunto.

Vamos fazer uma reflexão:

- Quando era criança tinha problemas de criança.

- Quanto foi amadurecendo seus problemas foram crescendo de acordo.

- Ao buscar novos desafios basicamente, problemas ainda desconhecidos surgiram.

Pois bem, agora vamos substituir a palavra “problema” por “obstáculos” e vamos voltar a analisar. Todas as vezes que você esteve frente a um obstáculo, parou, pensou e achava que este você não conseguiria superar.

Pois bem, você superou!

Você lançou mão de todos os instrumentos e experiências que a vida foi lhe oferecendo durante a estrada percorrida, vencendo mais este ponto.

Agora que já fez uma análise profunda sobre seus possíveis “problemas” percebeu que nada veio por acaso, que agora que já saímos do meio do turbilhão, podemos perceber algum, ou alguns bens que esta situação proporcionou.

O mesmo ocorre quando pessoas que amamos são retiradas de nossas vidas bruscamente, nesta situação dizemos a nós mesmos “agora não tem justificativa”, e tem, sempre tem. Ninguém vai ficar pra semente, todos nós temos um tempo a cumprir por aqui, e só sentimos tanto quando essas pessoas são retiradas, porque ainda não aprendemos a aproveitar o tempo que elas estão conosco aqui na Terra. Sempre nos queixamos, reclamamos das decisões divinas, dizemos que não merecemos isso ou aquilo que nos ocorre, porem, não paramos para pensar, agimos no automático, aceitamos tudo que nos é imposto sem ao menos analisar, sem sermos críticos, como se a vida que se trata não fosse nossa.

Bom, aí já é papo pra outra postagem.

Portanto vamos utilizar nossos obstáculos como degraus para subir rumo a uma evolução pessoal e espiritual. Utilizemos aquelas pessoas que apenas nos criticam como estímulos para uma busca constante da melhora, afinal, elas não estão em nossas vidas por acaso servem como molas que nos impulsionam para cima e avante sempre. Ame mais os que estão a sua volta, em quanto pode, diga o quanto são importantes em sua vida, pois mais tarde pode ser tarde de mais.



AUTORA: Ciléia Ferreira


FICA NA PAZ DE DEUS

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O que será mais difícil começar, ou recomeçar?

O que será mais difícil começar, ou recomeçar?
Eu, sinceramente não sei. Afinal, ainda estou aprendendo.
Hoje:
Observo mais;
Brigo menos;
Escuto mais;
Falo menos;
Amo mais.
Discuto menos.
Nessa situação de mais e menos vou ponderando o que posso, afastando o que consigo e ajudando aos que precisam, assim sou feliz.
Consideravelmente as coisas estão bem melhores do que já foram.
Em meio a tantas incertezas da vida, uma certeza prevalece. “Deus operará sempre a meu favor, porem, nada acontecerá se eu não fizer a minha parte”.
Decidi que me afastaria de todas as coisas, pessoas e situações que não me acrescentam nada, e estão ao meu redor apenas para sugar possíveis energias benéficas que todos nós possuímos.

Estou de volta amigos, com novas experiências e energias.
Um grande beijo.

AUTORA: Ciléia Ferreira



FIQUE NA PAZ DE DEUS